domingo, 8 de novembro de 2009







Algumas das minhas manualidades






quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Clássicos a brincar- 3º Volume




Já saiu o 3º Volume da colecção "Clássicos a brincar": Eurico, o insecto!

Adaptação livre de "Eurico, o Presbítero", de Alexandre Herculano

Texto: Sara Rodrigues

Ilustrações: Cristiana Resina

Edições ASA

Colecção Clássicos a Brincar

domingo, 20 de setembro de 2009

Os amigos do monstro na Feira Medieval de Sacavém









Os amigos do monstro estiveram presentes na III Feira Medieval de Sacavém. Bela forma de fazer arte com aquilo que a Natureza nos dá.


sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Conímbriga





Quando os Romanos chegaram, na segunda metade do séc. I a.C., Conimbriga era um povoado florescente.
Graças à paz estabelecida na Lusitania operou-se uma rápida romanizaçãoda população indígena e Conimbriga tornou-se uma próspera cidade. Seguindo a profunda crise política e administrativa do Império, Conimbriga sofreu as consequências das invasões bárbaras.
Em 465 e em 468 os Suevos capturaram e saquearam parcialmente a cidade, levando a que, paulatinamente, esta fosse abandonada.
Conimbriga corresponde actualmente auma área consagrada como monumento nacional, definida por decreto em 1910.
HORÁRIO
Inverno (Outubro a Maio)do Museu - Terça a Domingo, das 10h00 às 18h00 * das Ruínas - Todos os dias, das 10h00 às 18h00
Verão (Junho a Setembro)do Museu - Terça a Domingo, das 9h00 às 20h00 * das Ruínas - Todos os dias das 9h00 às 20h00 * Encerra às 2ªs feiras Taxa de Ingresso: 4€ (bilhete normal)

sexta-feira, 24 de julho de 2009

O amor de D. Pedro e D. Inês de Castro


História de Amor de Pedro e Inês No século XIV, D. Afonso IV, rei de Portugal, combinou o casamento de seu filho Pedro, herdeiro do trono de Portugal, com D. Constança, nobre senhora de Castela.
A entrada de D. Constança em Portugal fez-se no meio de grande comitiva de gente ilustre. Houve música, danças e poesia de trovadores. Na companhia da jovem princesa viera de Castela uma linda moça, dama de honor de linhagem fidalga, que se chamava Inês. Inês de Castro vivia na corte com D. Constança e D. Pedro, desfrutando os lazeres do dia a dia, a leitura, a música e as danças, a poesia trovadoresca. A sua elegância e beleza encantadora fizeram com que o príncipe D. Pedro reparasse nela e, em breve, o fogo do amor e da paixão se ateou no coração de Pedro. O encontro dos amantes tornava-se cada vez mais frequente.
D. Constança vivia cada dia mais angustiada e triste e acabou por falecer de parto. D. Pedro ficou livre para cair nos braços de Inês.
A força do amor era tão intensa que D. Pedro mandou vir Inês de Castro para Coimbra. D. Pedro e D. Inês passaram a habitar nos paços de Santa Clara, na margem esquerda do rio Mondego. Aqui nasceram e brincaram felizes os seus filhos, por entre a ternura dos pais, o verde das flores e o azul do céu.
Entretanto, em Lisboa, D. Fernando, filho de D. Pedro e D. Constança, ia sendo educado para um dia ser rei. O que aconteceria se D. Inês, fidalga castelhana, viesse a ser rainha? Era bem possível que um dos seus filhos viesse a ser rei de Portugal, ainda que fosse necessário matar o legítimo herdeiro do reino... Seria então fácil a nobreza castelhana tomar o poder e Portugal perder a independência.
No início de 1355, o príncipe D. Pedro não podia imaginar o que estava a ser tramado contra a sua bela Inês. Por isso, partiu para mais uma caçada por montes e florestas, com os seus amigos. No dia 7 de Janeiro, ao cair da noite, Inês de Castro foi surpreendida pela chegada do Rei e conselheiros. Rodeada dos seus 3 filhos, Inês implorou ao Rei que lhe poupasse a vida em consideração pelos seus netos. Apesar dos apelos lancinantes, quando o luar chegou, Inês estava morta.
Ao saber da notícia, D. Pedro enraivecido desafiou o rei. A rainha promoveu a paz. Mas, ao chegar ao trono, D. Pedro não esqueceu o ódio contra os assassinos que friamente mataram a sua Inês. Mandou procurá-los e, cruelmente, foram mortos: a um foi tirado o coração pelo peito, a outro pelas costas enquanto D. Pedro se banqueteava lautamente. No final, ainda D. Pedro teve coragem para trincar os dois corações.
Mandou construir no Mosteiro de Alcobaça 2 túmulos sumptuosos - um para ele e outro para Inês que, entretanto, mandara trasladar de Coimbra para Alcobaça num cortejo fúnebre seguido por uma multidão de populares, que choravam a desgraça de Inês, e por nobres e clérigos que foram obrigados a comparecer. Diz a lenda que D. Pedro fez coroar Inês de Castro rainha e obrigou a nobreza a beijar-lhe a mão, depois de morta.


quinta-feira, 9 de julho de 2009

LENDA DO GALO DE BARCELOS


LENDA DO GALO DE BARCELOS


A curiosa lenda do galo de Barcelos. Segundo ela, os habitantes do burgo andavam alarmados com um crime e, mais ainda, por não se ter descoberto o criminoso que o cometera.
Certo dia, apareceu um galego que se tornou suspeito. As autoridades resolveram prendê-lo e, apesar dos seus juramentos de inocência, ninguém o acreditou. Ninguém julgava crível que o galego se dirigisse a S. Tiago de Compostela em cumprimento duma promessa; que fosse fervoroso devoto do santo que em Compostela se venerava, assim como de São Paulo e de Nossa Senhora. Por isso, foi condenado à forca. Antes de ser enforcado, pediu que o levassem à presença do juiz que o condenara. Concedida a autorização, levaram-no à residência do magistrado, que nesse momento se banqueteava com alguns amigos. O galego voltou a afirmar a sua inocência e, perante a incredulidade dos presentes, apontou para um galo assado que estava sobre a mesa e exclamou: - É tão certo eu estar inocente, como certo é esse galo cantar quando me enforcarem. Risos e comentários não se fizeram esperar, mas pelo sim e pelo não, ninguém tocou no galo. O que parecia impossível, tornou-se, porém, realidade! Quando o peregrino estava a ser enforcado, o galo assado ergueu-se na mesa e cantou. Já ninguém duvidava das afirmações de inocência do condenado. O juiz corre à forca e com espanto vê o pobre homem de corda ao pescoço, mas o nó lasso, impedindo o estrangulamento. Imediatamente solto, foi mandado em paz. Passados anos, voltou a Barcelos e fez erguer o monumento em louvor à Virgem e a São Tiago.

domingo, 5 de julho de 2009

Lendas e Mitos...

Procuro a colaboração de todos para me enviarem Lendas e/ou mitos de locais de Portugal para poder publicar no blog. Visto ser um blog de todos e para todos, quem quiser pode enviar para o email: estoriasdesonhar@gmail.com

Vou ficar à espera da colaboração de todos!

Bons mergulhos!